Pensamentos Aleatórios - Volume 1
Leonel Fraga de Oliveira 07/01/2014 23:40

E aí, galera! Como foi a virada do ano, entraram em 2014 com o pé direito? Viajaram ou passaram na cidade natal mesmo?

Eu passei o Natal e o Reveillon em casa mesmo. Na metade de dezembro/2013 sofri um acidente de trânsito (graças à Deus sem vítimas, só preju material) e meu carro está até agora no conserto, aguardando os trâmites burocráticos da seguradora (de quem bateu) e os reparos em si. Tem ainda outro veículo, este com problema na injeção eletrônica (é um Peugeot 206 ano 2002, e acende a luz de alerta do motor quando diminui a rotação, sabe?) e é melhor não arriscar sair com ele, exceto em casos de emergência. Vai que eu fico parado na rua…

Até 2010, as ceias das grandes festas do final de ano eram sempre preparadas por minha mãe, que retornou em 2011, e tanto 2011 quanto 2012 as ceias ficaram “em branco” mesmo, não tinha clima para comemorar e naquele tempo eu ainda não me aventurava na cozinha.

E as ceias eram bem servidas: tinha carne bovina, aves, porco, arroz à grega, pudim de leite condensado, brigadeirão, bandeja de frutas, enfim, gordices para nos locupletarmos durante a semana toda. E uma das cenas que fica gravado na memória era que minha mãe chorava enquanto preparava a mesa, lembrando dos fatos ocorridos durante o ano, com as pessoas, entre outras coisas. Ela chorava e eu ficava triste ao vê-la assim.

No Reveillon de 2013, como eu iria passar em casa (até tinha convite para passar com amigos queridos, mas, sem carro e contra-mão para ir de transporte público, além de não querer deixar meu pai sozinho…), resolvi colocar a mão na massa e preparei um arroz de forno (com presunto, queijo, ervilha, milho-verde e molho de tomate – faltou os ovos cozidos :(), coxa e sobrecoxa de frango com creme de cebola e um brigadeirão. Para quem começou a cozinhar no ano de 2013 já fiz bastante coisa! Pois é, quando a água bate na bunda, aprendemos a nadar. Agora que realmente sinto falta de quando a minha mãe falava para ir cozinhar com ela e eu não ia…

E também consegui cumprir uma determinação, que foi a de virar o ano com a conta bancária no azul. Isso mesmo, não fiz dívidas enormes (ano passado comprei o meu iPad e no fim do ano um Galaxy S3) no cartão de crédito e economizei ao máximo, pagando as contas pendentes e deixando uma boa reserva para entrar Janeiro e pagar os “i”s do Brasil (iPVA, iPTU…).

Este foi um breve resumo da minha virada de ano, e agora vamos a algumas coisas que me fizeram ficar pensativo durante essa primeira semana de 2014 e que motiva o título deste post!

  1. A cantora Mara Maravilha canta a música “Não Faz Mal” em sua fase de cantora gospel? Esses dias, ao ir para a Estação de São Caetano (de busão), ouvi um menino que deve ter lá seus 10 anos de idade cantando essa música, e ele parecia ser de família evangélica. Pela idade ele não deve ter conhecido a Mara em sua fase de apresentadora infantil.
    E enquanto procurava a música no YouTube enquanto escrevia este post, adivinha só: Essa música faz parte da trilha sonora da nova versão da novela Carrossel, exibida em 2012 e começo de 2013 pelo SBT, então faz sentido o menino de pouca idade cantarolar essa música. Como já sou “véio”, logo associei a Mara.

    Vejam o vídeo com a versão original da música, cantada pela Mara.
  2. E por falar na Mara Maravilha, ela era a artista que eu admirava na infância (este posto é atualmente ocupado pela DJ Eli Iwasa). Me lembro que uma vez eu e meu pai discutíamos sobre quem cantava melhor, se era a Mara ou a Patrícia Marx, e eu, claro, defendia a Mara. Mas algumas declarações homofóbicas ditas pela Mara me fizeram perder essa admiração. Será que quando ela não era convertida para a igreja evangélica ela pensava diferente?
  3. E nisso encadeou mais um pensamento em relação a artistas: até quando a idolatria é válida? Bem, com a Eli Iwasa eu me atenho à “pessoa jurídica”, vamos dizer assim. Isso significa que a vida privada dela não me chama a atenção (o fato dela ser casada ajuda a não ter ilusões de “pegá-la”, e eu sou um cara (Roberto Carlos Feelings) que respeita relacionamentos :P). Quando postei uma foto dela no meu FB (no comando de carrapetas, claro) um primo meu disse “você arrasta um caminho (sic) para esta japa”. Claro que sim, como eu sempre digo, gosto de garotas orientais, acho a Eli muito edificante e principalmente muito competente como DJ (porra, eu já não falei que sou Fà dela! – não um stalker, que fique claro), que são os artistas em que EU estou me inspirando para seguir carreira nessa área. E isso inclusive está bem explícito no guia para quem entra nas minhas redes!
  4. Como 5 anos passam voando! No meu Facebook, um de meus contatos achou “sem querer” um post de 2009 que fala de uma casa noturna onde ele trabalha (Memphis). O incrível é que somente fui ter amizade com ele a partir do final 2012, e três anos antes eu já frequentava a casa e as festas da equipe onde ele é DJ! E naquela época eu nem imaginava em DJing!
    E nesses 5 anos muita coisa aconteceu, realmente. Um exemplo: Quem me apresentou a balada foi uma agora ex-amiga (desde 2012), que pisou feio na bola comigo (por 2 vezes, na primeira eu relevei porque até me ajudou a dizer algo que estava preso na garganta para uma determinada pessoa), e isso com 5 ou mais anos de amizade.

Bem, acho que por enquanto é só isso! Caso eu tenha mais alguns pensamentos aleatórios, escreverei um Volume 2 :D

Leonel Fraga de Oliveira Leonel Fraga de Oliveira é formado em Processamento de Dados na Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC-SP - 2002) e anteriormente em Técnico em Eletrônica, pela ETE Professor Aprígio Gonzaga (lá em 1999).
Atualmente trabalha como Analista de Sistemas na Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul - SP
Tem como hobbies DJing (também trabalha como DJ freelancer) e ciclismo, além da manutenção dos sites NeoMatrix Light e NeoMatrix Tech.
Gosta de música eletrônica, tecnologia, cinema (super fã de Jornada nas Estrelas), gastronomia e outras coisas mais.


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