É, meus queridos! Segue mais um post da “série” #lovefail, onde eu conto algumas historinhas que não deram certo, fazer o q…

Essa “pequena” história vai ilustrar um estado emocional que todos nós passamos por algum motivo: carência. Pode ser afetiva (a que irei focar aqui) por diversos motivos (falta de companheira/namorada/whatever, familiares, amigos…), material, necessidades básicas…

Este sentimento pode fazer com que fiquemos muito vulneráveis, sujeitos a abraçar platonicamente uma oportunidade sem analisar direito a sua real viabilidade e as consequências de alguns atos ou sentimentos. Isto pode ser fatal, e o mímimo que pode acontecer é você perder um tempo precioso, no qual poderia dedicar-se a atividades mais condizentes com a vida real. Vamos lá!

Era uma vez, numa galáxia muito distante, um rapaz que aprecia mulheres de etinia oriental e que estava à procura de uma namorada que atendia aos “requisitos”, claro.

Em certa ocasião ele começou a conversar com uma garota de outra região da mesma província onde ele morava, distante acho que setenta mil metros. Isso para quem diz que enfrenta pelo menos metade disso em duas fatídicas horas para chegar ao seu local de serviço não é nada. O cara estava na “fissura” de que as garotas reparassem nele, e de repente as conversas partiram para um tom, bem dizer, demonstrando que ela estava a fim de algo.

Opa, ela estava chamando-o de “amore”, “lindo”, e coisas do gênero. O cara estava carente, e não preciso dizer que o sujeito já pensava que finalmente iria realizar um grande sonho, certo?!

Bem, esse cara contava sempre que ela exclamava que se morasse perto as coisas iriam ser mais fáceis. Pois bem, um certo dia trocaram telefones (é, isso existe nessa tal galáxia distante hehe), conversaram por voz, se tornaram amigos. Daí para marcar um encontro era uma questão de tempo.

Primeira tentativa de tornar algo virtual em algo físico: #FAIL. O cara quando quer marcar algo, quer com data, hora e local. E cadê ela para decidir isso? Que nada, tentavam um dia, e ela dizia que tinha algum compromisso importante. Outro dia, mesma coisa, e assim foi indo, até que essa moça começou a namorar. Ah, e com um detalhe: antes dela namorar, disse que “para você, estarei ausente…” e não explicou os motivos. Não fosse pela astúcia (ou melhor, pela insistência de saber o que ocorria por outros meios), esse camarada não teria descoberto o que ocorrera e compreendeu os motivos. Depois disso que ela começou o namoro.

E adivinha se o nosso camarada intergalático não ficou PUTO da vida… Por causa de alguém que nem conhecia pessoalmente!

O tempo passa, o tempo voa, mas a Poupança Bamerindus não continua numa boa e o nosso camarada volta a conversar com a tal menina. Dizia ela que o namoro não estava bem, e novamente jogando a idéia de encontro, que queria namorar (sim, era sério!!, mesmo com um namoro em crise) e que estava dando um pé na bunda dele, em português claro.

E imagina se não tentaram novamente fazer com que um namoro fosse engatado… #FAIL e mais #FAIL.

Teve uma vez que esse amigo contou que em certa ocasião a menina lhe disse que “teria que ter cautela ao encontrar alguém que conheceu via rede” quando tentaram marcar de se encontrar. PORRA, vinha com a idéia de NAMORAR A SÉRIO e fala que “tá com medinho”? Sempre vinha com evasivas… até “gancho” na cara já tomou!

O nosso herói das galáxias também tinha suas “paixões paralelas”, que estavam mais perto do que os setenta mil metros que separavam-o de sua paixão virtual. Mas ele sempre tinha esperança de que um dia iria se encontrar com a outra.

E por que o nosso camarada não desistia de algo que pela enésima vez o havia decepcionado? Mesmo já sabendo que ela conversa num mesmo tom com outra pessoa, que ele acha que é “mais a cara dela”. Ficava pelo menos com a amizade virtual sem criar esperanças, né? Elementar, caro Watson: carência…

Esse estado emocional fez com que ele ficasse vulnerável e compreendesse as coisas de uma forma que ele idealizava: a de um namoro perfeito.

Só que a realidade ensinava que as coisas eram bem diferentes. E agora, ele deve estar mais calejado a respeito dessas coisas. Alguns acontecimentos desagradáveis fez com que ele focasse suas atitudes com outras coisas, tornou-o mais maduro. Até fez com que após uma outra desilusão amorosa, não tomasse uma atitude infantil e conseguiu com que as coisas ficassem tudo bem, como era antes. Inclusive podendo ser melhores (em outros aspectos, e sempre observando ao redor), sem ilusões e com os pés no chão.

É, meus amigos! Fiquem espertos quando estiverem carentes, beleza!!!