Recebi este email no serviço, pelo meu diretor. É uma leitura bem interessante que vou compartilhar com vocês, leitores do NM Light.


Por: Eugênio Mussak (http://www.sapiensapiens.com.br/)

Parece que cada vez mais temos que optar por isso ou aquilo. Mas como nos prepararmos para tantas decisões?

Tomar um sorvete figura entre meus programas favoritos quando vou a Manaus. Trata-se de uma experiência diferente de qualquer outro lugar do mundo, não porque os manauaras dominem técnicas secretas da arte dos gelados que nem os italianos conhecem, mas porque eles dispõem de matéria prima invejável: as frutas amazônicas com seus sabores incríveis.

As mais conhecidas, como o açaí, o cupuaçu, a graviola, e o buriti estão entre elas, mas não são as únicas, apesar de que apenas elas já colocam o freguês em uma situação de difícil decisão. “Não posso pedir uma bola de cada?”, perguntei ao atendente da sorveteria, para ouvir a resposta óbvia: “Claro que o senhor pode, mas vai ter que levar uma caixa, e não apenas uma casquinha”.

Como eu só queria um sorvete para sair lambendo enquanto caminhava pelo quente entardecer tropical, não me restou alternativa, a não ser escolher dois sabores, abrindo mão de todos os demais. Pelo menos por enquanto.

O que poderia ter sido apenas um acontecimento corriqueiro, me colocou em contato com uma questão filosófica: a necessidade humana de fazer escolhas na vida. Enquanto saboreava meu manjar amazônico não pude deixar de aprofundar meu pensamento da questão das escolhas e, claro, lembrei-me de algumas das mais difíceis que tive que fazer ao longo de minha trajetória. E de repente me dei conta que escolher é uma das coisas a que mais o homem se dedica. Não há um dia sequer que não tenhamos que escolher algo e abrir mão de algo também. 

É claro que, na maioria das vezes fazemos escolhas simples, como o sabor do sorvete, a cor da gravata ou o filme a assistir. Mas quem não sofreu calado quando teve que decidir que vestibular fazer? Ou quando recebeu uma proposta para mudar de emprego? E, suprema decisão, que atire a primeira pedra quem nunca esteve dividido entre dois amores.  

Sim, parece que passamos a vida decidindo, e, ainda que a maioria das pessoas não tenha essa consciência, os momentos de decisão são, também, momentos de ansiedade. Só que uma ansiedade que deriva de uma coisa boa: a existência de mais de uma opção. A rigor, a ansiedade de escolher é a ansiedade de ser livre.  Escolher é exercer a liberdade, com suas prerrogativas e responsabilidades. E a liberdade só pode ser bem exercida por que está preparado para ela, ou seja, quem tem maturidade intelectual e emocional para tanto. A liberdade é um valor adulto.

(…)

Leiam o restante no original: http://www.sapiensapiens.com.br/a-arte-de-fazer-escolhas/


É, meu querido! Escolher envolve muitas variáveis, onde se fomos levar algumas para a lógica temos que fazer uma operação “ou exclusivo”! É complicado, mas se acertarmos na escolha a recompensa é incrível! Cliquem no link original e leiam o texto por completo ;)

Um abraço! :)