Olá, meu caro!

Esse não é o anúncio ou uma resenha de (mais um) site de compras coletivas, daqueles onde você pode comprar certos itens com um baita desconto. Esta é uma nova “série” que pretendo iniciar aqui no NeoMatrix Light. Bem no estilo do podcast mensal “NeoMatrix Sessions”, onde eu boto em prática e evoluo as minhas habilidades como DJ.

Saída da Av. João Ramalho para a Papa João XXIII, em Mauá - SP (18/01/2011)

E por falar em NeoMatrix Sessions, que tal um set com o melhor da série Trust In Trance? Ele já está prontinho, bem mixado, eu fiz nele o que gostaria de fazer nos TiT anteriores mas ainda não tinha habilidade para tal. Só falta colocar a “identidade de NeoMatrix Sessions” e pronto :) . Nesse final de semana teremos novidades neste sentido.

Agora voltando às aventuras urbanas…

Todos nós sabemos que os primeiros meses do ano são marcados pelas chuvas torrenciais de verão. Só na região serrana do Rio de Janeiro já foram mais de 800 mortes, e aqui em São Paulo não é diferente. Tivemos tragédias na região do ABC Paulista (em Mauá) e pelos lados de Jundiaí. Isso sem contar outros estados, como Minas Gerais.

Eis que em uma terça-feira, dia 18/01/2011, uma “chuvinha” de aproximadamente 40 minutos transformou o ABC Paulista em caos. Acho que choveu lá pelas 16 horas, por aí.

Como de costume, às 18:00 saí do serviço e fiz o meu caminho para sair de São Caetano do Sul via Santo André, na R. das Figueiras. Chegando na Av. José Cabalero, já estava TUDO parado. Inclusive a avenida que dá saída para a Av. dos Estados, e eu soube depois que naquele momento ela se tornava uma extensão do Rio Tamanduateí, ou seja, estava alagada.

Andamos bem dizer 100 metros a cada 30 minutos alí, e chegando em um cruzamento resolvi entrar à direita e seguir por uma rua paralela. Nunca tinha ido para aqueles lados de Sto. André, mas ainda bem que o meu senso de direção é bom e não necessitei usar o GPS para saber onde estava.

Beleza, ela andava, e eis que eu tive a idéia de voltar para a já denominada Av. Santos Dumont. Estava sem energia elétrica, semáforos não funcionando, mas ela andava e mais à frente, no Vd. Dr. Milo Cammarosano (na saída que vai para Vl. Pires) vi que aquele trecho estava alagado. Os carros se iam para a pequena faixa à esquerda que dava para passar.

Passou daí o trânsito começou a fluir e eu respirei mais aliviado, já que naquela altura do campeonato já eram 20:00 e eu ainda estava em Santo André na divisa com Mauá!

Mas o que já era ruim, ficou pior.

A saída da Av. João Ramalho para a Papa João XXIII estava simplesmente PARADA. Os carros eram obrigados a desviar alí, visto que a João Ramalho estava interditada logo após essa saída. Tudo parado.

Av. Jacu Pêssego, em Mauá (18/01/2011)

Incrível. Demorei mais de 1h e meia, isso mesmo, para fazer um trecho que eu levo um pouco mais de 1 minuto nas CNTP. Bem, no final da subida, que dá para a pista marginal da Papa João XXIII estava também parada. A pista principal, que leva para o Rodoanel estava livre e resolvi entrar por lá e fazer o retorno para o sentido A. Senna pelo Rodoanel.

Assim fiz, e quando passei o primeiro viaduto outro balde de água fria (metaforicamente, já que não estava chovendo hehe). A Jacu Pêssego PARADA no sentido A. Senna. Ninguém aguentava ficar tanto tempo com a bunda no banco do carro e várias pessoas saíam, eu inclusive.

Conversando com o motorista à frente ele me informou que houve um acidente envolvendo quatro (4) caminhões, próximo à Ragueb Choffi. E chegou uma hora que finalmente o trânsito começou a andar, e vi que o acidente ocorreu próximo à divisa Mauá – SP, e ainda tinham carros de polícia e CET no local. Isso já era lá pelas 22:00h.

E passando do trecho crítico, finalmente pude andar em velocidade normal e chegar em casa, depois das 23:00.

Realmente, essa viagem de 5 horas entre São Caetano do Sul e São Paulo é uma baita aventura. Desgastante, mas não deixa de ser uma aventura urbana ;)

Um abraço!