Captura de tela do Virtual DJ

É, meu querido!

Estamos no primeiro final de semana pós-ressaca do Ano Novo (vai, o primeiro final de semana foi no sábado passado, mas ainda estávamos no período da ressaca hehe) e muita coisa já aconteceu de lá para cá:

- Boris Casoy mostrando seu lado preconceituoso, quando disse no Jornal da Band em um “vazamento de áudio” umas palavras para os garis:

Que merda: dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…

Sim, ISTO É UMA VERGONHA…

- Desmoronamento de uma pousada no Rio de Janeiro, devido às chuvas

- Enchentes aqui em São Paulo

- Começo da Taça São Paulo de Futebol Juniores

- Tentativa de ataque terrorista a um avião nos EUA

- Lançamento do Nexus 1, o tão comentado “Google Phone”

- entre outras coisitas mas…

Mas, o que quero compartilhar com vocês é a sensação de ter pelo menos, de uma certa forma, um dos meus sonhos realizados: discotecar.

Nas festas de Natal e do Ano Novo, montei o PC, juntamente com um amplificador e a controladora MIDI BCD-3000 na área de serviço de casa, e mandei ver nas carrapetas.

Estiveram presentes nas ocasiões alguns amigos da família, além de outros familiares, mas deu para ter a sensação de como é sentir-se responsável por animar a casa.

Sim, é uma sensação totalmente diferente daquela que sinto quando estou na pista, dançando e ouvindo o som.

A responsabilidade de escolher a música certa, no momento certo, ajustar as batidas, loopings, fazer a “virada” de forma suave, de maneira que a sensação de continuidade de uma canção seja sentida pelo púiblico, de certa forma faz com que a curtição fique um pouco de lado.

Óbvio que eu ainda tenho muito a aprender, e claro, vou fazer o curso de DJ! Já tenho a escola em mente, só falta $obrar provisõe$. :P

Uma coisa é fazer as mixagens com fins de gravar os “NeoMatrix Sessions” e demais sets para somente colocar na Internet; ao vivo a sensação foi outra! Não dá para ficar planejando tanto como nos podcasts.

Foi uma sensação bem gostosa, e posso dizer que nessa parte, pelo menos uma parte de um dos meus objetivos para este ano foi cumprida. Afinal, todo DJ já sambou (por falar nisso, vou ler o livro “Todo DJ Já Sambou”, da Cláudia Assef, que pedi e ganhei de amigo secreto) e começa bem de baixo mesmo!

Até comandar as carrapetas das baladinhas por aí, o caminho é longo, mas devagar a gente chega lá!

E que você também tenha tido um ótimo começo de 2010!