Visita ao Arctic Sunrise (navio do Greenpeace)
Leonel Fraga de Oliveira 30/03/2009 22:24
Greenpeace

No sábado, dia 29/03/2009 tivemos a campanha chamada “Hora do Planeta”, em que o objetivo era desligar as luzes durante uma (1) hora, simbolizando a economia de energia.

E por falar em energia, o Greenpeace está com uma expedição chamada “Salvar o Planeta, é agora ou agora” em que o navio Arctic Sunrise fez visitas em várias localidades brasileiras.

E um dos temas desta campanha é justamente conscientizar a população mundial sobre as fontes de energia reonváveis, como a eólica e a solar.

Os demais temas são:

  • Zerar o desmatamento
  • Proteger os oceanos
  • Investir em energias renováveis, como eu disse acima.

Papo de “ecochato”, como diria o Cardoso?

Acho que não, visto que Aquecimento Global e companhia limitada são realidade, e muitos países poluem bastante a atmosfera, e nesse quesito o nosso Brasil sil sil está em quarto lugar, só perdendo para a China, EUA e Rússia.

Claro que não devemos ficar martelando nesta tecla a todo o instante, pois aí sim o papo se torna chato.

Arctic Sunrise

O Greenpeace, com esta campanha, fez o chanado “Open Boat”, em que o navio Arctic Sunrise estava aberto para visitação monitorada.

No domingo, dia 30/03/2009 o navio estava ancorado no Porto de Santos, no portão 14, sendo este o último dia de visitação, e um amigo da faculdade me convidou para ir vê-lo.

Chegamos ao local por volta das 14 horas, e ficamos na fila, cujo tempo de espera era de uma hora e meia quando chegamos. Ficamos esperando na fila, e pelas quinze horas foi a nossa vez de entrar em um dos grupos.

Primeiro entramos em uma tenda onde um dos monitores falou sobre os objetivos da campanha, apresentando alguns pôsteres e explicando sobre cada item,  especificamente sobre a poluição mundial e conscientizando sobre o uso de fontes de energia renováveis.

Visita ao Arctic Sunrise

Terminada esta parte, fomos para uma outra tenda em que sentamos, vendamos os olhos e escutamos sons da natureza.
Em um momento, a harmonia dos sons da natureza são quebrados por sons de serra elétrica e buzinas de carros.

Como disse a voluntária que estava na tenda, era uma “tenda sensorial”, em que o objetivo era sensibilizar-mos pela audição.

Visita ao Arctic Sunrise

Realmente, os sons do riacho correndo, pássaros cantando, e afins são bem mais agradáveis do que buzina de carro, não é?

Chega a hora de formarmos uma fila para adentrar ao Arctic Sunrise. Ao entrar no navio, fomos até a popa e formamos um círculo, onde outro voluntário explicou sobre a fundação do Greenpeace e contando a história do Arctic Sunrise, que foi um navio baleeiro, daí foi comprado pelo Greenpeace e rebatizado, na Holanda.

Visita ao Arctic Sunrise

Em seguida fomos até a parte de baixo, onde ficam a sala de manutenção, sala dos engenheiros, armazenamento de materiais de primeiros socorros, etc, e onde fica guardado o helicóptero utilizado nas missões (ele não estava lá). Vimos um vídeo onde algumas ações do Greenpeace foram mostradas (na verdade, foram imagens de alguns protestos).

Cabe um parêntese aí: Dependendo do teor dos protestos, e principalmente do humor do lado que é alvo do protesto, o resultado é bem desagradável. Agressões, reações um tanto exaltadas, enfim. Será que vale a pena correr esses riscos, sendo que é costume o lado protestado é o de não voltar em suas decisões, principalmente quando envolve grana?

Visita ao Arctic Sunrise

Após terminar o vídeo e a explicação do monitor daquela etapa, fomos até a ponte de comando, onde vimos explicações sobre os instrumentos de bordo do navio. Radares, leme, bússola, GPS, enfim, os instrumentos mais importantes para navegação.

Visita ao Arctic Sunrise

Com isso, descemos da ponte e chega a hora de sair. No momento em que saímos do navio, a fila ainda estava gigantesca e o tempo de espera para quem estava no final já ultrapassava quatro horas.

Alguma coisa com certeza fica na consciência. Vamos salvar o planeta sim, mas sem tornar um “ecochato”, belê? :)

E claro, vejam o slideshow com as fotos!

Abraços!

Leonel Fraga de Oliveira Leonel Fraga de Oliveira é formado em Processamento de Dados na Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC-SP - 2002) e anteriormente em Técnico em Eletrônica, pela ETE Professor Aprígio Gonzaga (lá em 1999).
Atualmente trabalha como Analista de Sistemas na Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul - SP
Tem como hobbies DJing (também trabalha como DJ freelancer) e ciclismo, além da manutenção dos sites NeoMatrix Light e NeoMatrix Tech.
Gosta de música eletrônica, tecnologia, cinema (super fã de Jornada nas Estrelas), gastronomia e outras coisas mais.


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